Dança

Me liberta

O medo que paralisa, que controla, que explora. 

Me fez sua refém, me prendeu em sua jaula.

E a decorou com muitas lindas imagens que pareciam com um lindo castelo.

Escondido estavam grades que me limitavam no apego àquelas paredes, pinturas e tapetes.

Vestidos e bailes.

O que é real nisso tudo? Quem sou Eu? O que faz Sentido?

Preciso me despir de tantas roupas colocadas e compradas.

Largando esse papel me encontro, me perco, me questiono.

Observo, me entendo.

Me liberta. A liberdade é leve, solitária mas também em união. 

Ela é nada. Ela é tudo.

@GabrieleOliveiraShridevi

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Cura do feminino: um fim de semana especial. O primeiro encontro da nossa Formação Vivencial

Momentos indescritíveis e inesquecíveis marcaram nossas vidas no último fim de semana, em nossa formação Vivencial. Mágica, conexão, amor, luz, união, cura, despertar, milagres.

Pudemos nos conectar com nossa essência Divina e ouvir o que a nossa intuição diz. Através de práticas de meditação, kundalini yoga, danças, ensinamentos sobre os ciclos da mulher, rituais sagrados, mantras e silêncio, acessamos um lugar sensível e muito poderoso dentro de nós mesmas.  

Cada mulher tem uma essência e um caminho próprio de realização da sua energia, da sua essência, da sua individualidade. Cada uma é diferente e única. Quando ela assume e valoriza a sua individualidade, seja qual for, expressiva e extrovertida, ou introvertida e intuitiva, ela se realiza.

Esse foi o primeiro fim de semana da Formação Vivencial da Cura do Feminino. Os retiros, que acontecem por 5 fins de semana no Espaço Arco-Íris, em São Roque, é uma oportunidade de encontro com nossa essência e a partir desse momento, a única coisa que importa é o nosso templo sagrado.

Na sexta-feira, o dia foi de boas vindas, meditação e descanso. No sábado, o dia começou com o desjejum, com chá de gengibre e suco verde. O exercício de Kundalini Yoga nos ajudou a liberar os medos e projetar a proteção pelo coração. Só depois, tomamos café da manhã. Frutas, grãos, tapioca, pães integrais. Ao longo do dia dançamos, participamos de uma aula sobre Yin e Yang e sobre os ciclos menstruais da mulher. Com os olhos fechados, exploramos a natureza e conhecemos melhor a medicina ayurvédica. No domingo, repetimos as práticas da manhã e depois nos dedicamos a dançar nossas Shaktis. Foi lindo e transformador.

Compartilhamos com vocês alguns momentos, registrados pelo olhar da fotógrafa Marcella Karmann.

Desfrutem!